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O banqueiro Anarquista e outros Contos

O banqueiro Anarquista e outros Contos, par Fernando Pessoa
Auteur : Fernando Pessoa
Editeur : Relógio d'Água
Nombre de pages : 96
Date de parution : 2015
Langue : Portugais
Prix : 8,00 €
ISBN : 9789896414559
Disponibilité : En stock En stock

Contém:
O banqueiro anarquista
Um jantar muito original
A porta

Um dos maiores génios poéticos de toda a nossa Literatura e um dos poucos escritores portugueses mundialmente conhecidos. A sua poesia acabou por ser decisiva na evolução de toda a produção poética portuguesa do século XX. Se nele é ainda notória a herança simbolista, Pessoa foi mais longe, não só quanto à criação (e invenção) de novas tentativas artísticas e literárias, mas também no que respeita ao esforço de teorização e de crítica literária. É um poeta universal, na medida em que nos foi dando, mesmo com contradições, uma visão simultaneamente múltipla e unitária da Vida. É precisamente nesta tentativa de olhar o mundo duma forma múltipla (com um forte substrato de filosofia racionalista e mesmo de influência oriental) que reside uma explicação plausível para ter criado os célebres heterónimos - Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, sem contarmos ainda com o semi-heterónimo Bernardo Soares. Fernando Pessoa nasceu em Lisboa em 1888 (onde virá a falecer) e aos 7 anos partiu para a África do Sul com a sua mãe e o padrasto, que foi cônsul em Durban. Aqui fez os estudos secundários, obtendo resultados brilhantes. Em fins de 1903 faz o exame de admissão à Universidade do Cabo. Com esta idade (15 anos) é já surpreendente a variedade das suas leituras literárias e filosóficas. Em 1905 regressa definitivamente a Portugal; no ano seguinte matricula-se, em Lisboa, no Curso Superior de Letras, mas abandona-o em 1907. Decide depois trabalhar como "correspondente estrangeiro". Em 1912 estreia-se na revista A Águia com artigos de natureza ensaística. 1914 é o ano da criação dos três conhecidos heterónimos e em 1915 lança, com Mário de Sá-Carneiro, José de Almada-Negreiros e outros, a revista "Orpheu", que dá origem ao Modernismo. Entre a fundação de algumas revistas, a colaboração poética noutras, a publicação de alguns opúsculos e o discreto convívio com amigos, divide-se a vida pública e literária deste poeta. Pessoa marcou profundamente o movimento modernista português, quer pela produção teórica em torno do sensacionismo, quer pelo arrojo vanguardista de algumas das suas poesias, quer ainda pela animação que imprimiu à revista "Orpheu" (1915). No entanto, quase toda a sua vida decorreu no anonimato. Quando morreu, em 1935, publicara apenas um livro em português, "Mensagem" (no qual exprime poeticamente a sua visão mítica e nacionalista de Portugal), e deixou a sua famosa arca recheada de milhares de textos inéditos. A editora Ática começou a publicar a sua obra poética em 1942. No entanto, já o grupo da "Presença" tinha iniciado a sua reabilitação (poética e filosófica) face ao público e à crítica.

Il fait ses études à Durban (Afrique du Sud) jusqu'en 1905, année où il revient au Portugal. Il s'installe à Lisbonne, où il vivra jusqu'à sa mort, chez des parents ou dans des chambres en location. Il travaille comme correspondant commercial de diverses firmes, dans le quartier de la Baixa, près du Tage. Il fréquente les cercles littéraires d'avant-garde, évoluant vers un anticonformisme de plus en plus radical. La plus grande partie de son œuvre ne fut pas écrite sous son nom, mais sous divers hétéronymes dotés chacun d'une personnalité et d'une véritable biographie, écrivant pour certains directement en anglais ou même en français. Pessoa publia peu pendant son existence, et presque uniquement dans des revues comme Orpheu et Portugal Futurista. Lorsqu’il meurt, à quarante-sept ans, on retrouva chez lui une malle contenant 27 543 manuscrits, signés par plus de soixante-douze auteurs. Ce n'est qu'à partir de 1943 que son œuvre commença à être publiée en volumes, avec un retentissement considérable. Fernando Pessoa est désormais considéré comme le grand écrivain portugais du XXe siècle, et l'un des plus importants de toute la littérature mondiale.

Photographie: © D.R.

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